| Foto: Bruna Castelo Branco / Bahia Notícias |
Após Igor Kannário declarar, em entrevista ao jonal A Tarde, que
acionaria a Showmix Produções na Justiça por considerar que seu
contrato com a empresa é abusivo; a produtora enviou uma nota oficial
para "esclarecer pontos". No documento, a empresa conta que iniciou o
trabalho com o artista em 2008, quando ainda ele ainda era líder da
banda de pagode A Bronkka. "Em dezembro de 2012, quando a citada banda
começava a despontar no cenário da música baiana, fomos surpreendidos
com a quebra de contrato por parte do mesmo. Na ocasião, tentamos por
diversas vezes uma negociação amigável, sem sucesso!!! Na tentativa de
garantir cumprimento da agenda de shows já fechados, recorremos ao Poder
Judiciário.Em abril de 2013, na presença de seus novos empresários,
firmamos um acordo e Kannário seguiu em carreira solo", diz a nota.
Segundo a produtora, diferente do que Kannário disse em
entrevista, os custos das apresentações do artista, como transporte,
hospedagem e alimentação, eram abatidos antes da divisão do cachê entre
empresa e cantor. "Vale acrescentar que até novembro de 2014, todo
investimento foi realizado 100% pela produtora. NUNCA houve nenhum
pagamento do cantor realizado diretamente para as despesas enumeradas
por ele a nåo ser o pagamento dos músicos constituídos por ele para sua
banda solo e que corresponde hoje a um percentual entre 10 e 15% do
valor total do cachê "valor do show"', lê-se no documento. A nota ainda
questiona o valor que Kannário disse ser o recebido por apresentação.
"diferentemente do que alega o Igor Kannário na temerária matéria, nunca
se vendeu show por R$150.000,00 (cento e cinqüenta mil reais), sendo
uma média de R$30 mil a R$40 mil, mesmo nessa fase áurea pós Carnaval de
Salvador 2015", informa a produtora.
Ainda de acordo com a Showmix, quando o baiano retomou o
contrato com a empresa, estava com dívidas de trabalho e pessoais "por
conta de sua conduta pessoal, que tanto lhe atrapalha, apesar das falsas
promessas de melhoras". No fim da nota, a empresa garante que o
contrato foi escrito e acordado por ambas as partes desde o seu
princípio, no início de 2014. "Cumprimos integralmente as nossas
obrigações, e se o cantor pretende “quebrar o contrato”, que arque com
as conseqüências jurídicas, pois o contrato celebrado entre as partes é
válido e eficaz".
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